passou 2 chamadas da 5ª temporada de Sobrenatural no SBT hoje a tarde, uma no intervalo de Maria outra no intervalo de Camaleões. Mas não fala nada de Dia ou horário, mas diz que é Em Breve, não tenho a minima idéia do horário ou dia, mas pelo visto o seriado se livrou da maldição da "Série de Sucesso entope no Tele-Seriados", Amém! Só aguardar!!!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Anunciaram as 18 horas da tarde a volta do Casos de Familia as 16:45
Hoje as 18 horas anunciaram na parabólica, a Volta do casos de familia as 16:45 a volta acontecera terça ou quarta que vem!!!!!
Lola Melnick a nova musa da Tv brasileira
Entre todas as novas estrelas do SBT uma está chamando atenção de modo especial. Trata-se de Olga Melnick, nome de batismo da jurada do Programa se Ela Danço eu Danço, um reality nos moldes do Ídolos e America´s Got Talent.
Lola encanta todos com sua simpatia, senso de humor e beleza. Sempre roubando a cena na atração. Essa deusa nasceu em Odessa, na antiga União Soviética, onde hoje se localiza a Ucrânia. Seu pai trabalhava no consulado do país e foi enviado a capital da França, onde a então adolescente, aprendeu a falar francês e inglês. Quatro anos depois, a bailarina foi morar na Argentina com seu pai. A paixão pela dança a fez rodar a América Latina onde aprendeu espanhol e se tornou apresentadora na tv argentina e chilena.
Ator deixa a Globo para fazer novela no SBT
Desde 1994 na Globo, e com uma breve passagem pela Band em 1996, o ator Licurgo Spinola decidiu fazer suas malas e se mudar para o SBT.
Na emissora de Silvio Santos, ele integra o elenco deAmor e Revolução, novela de Tiago Santiago, prevista para estrear em abril.
Na trama, ele interpretará Rubens Batistelli e fará par com Jandira, personagem de Lúcia Veríssimo.
A última novela de Licurgo na Globo foi Tempos Modernos, na qual interpretou Avidal Lossaco. Antes de deixar a emissora, seu último trabalho foi na série Força-Tarefa, na pele de Paulo.
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Repórter Telespectador:"Cadê Os Novos Episódios?"
O SBT não cansa de reprisar aqueles mesmos episódios. Todos eles picotados pela má qualidade por serem os melhores e os que mais deram certo. O maior problema na realidade é a dublagem. Como alguns dos dubladores já faleceram, os DVD’s gravados não possuem as dublagens originais. Chaves, Sr. Barriga, entre outros tiveram suas vozes modificadas e a emissora não exibe esses episódios, pois acredita que ao não gostar da nova dublagem, o público irá deixar de acompanhar o seriado.
Acredito que isso é bobagem. A emissora de Silvio Santos deve começar a mesclar os episódios novos com os antigos, e quanto mais rápido for, mais rápida será a aceitação do público que acompanha o programa há mais de 20 anos. Essa mesclagem de episódios seria uma medida para que depois de algum tempo todos os episódios antigos fossem tirados do ar. Não podemos ficar sem os tão chamados ‘episódios perdidos’.
SBT prepara "SOS Casamento" e para de gravar "Supernanny "
O SBT se prepara para estrear ainda neste semestre um novo reality show, o SOS Casamento.
O formato foi desenvolvido pela própria emissora e lembra um Supernanny para casais. Nele, uma psicóloga irá tentar salvar casamentos em crise. O programa mostrará as queixas do marido e da mulher, a relação do casal com os filhos e possíveis terapias e soluções (que podem ser, eventualmente, a separação).
Um piloto já foi gravado pelo SBT. Nesta semana, a emissora deve assinar contrato com a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, que será a apresentadora da atração.SOS Casamento deverá ser exibido na faixa das 20h30.
Supernanny
Já o Supernanny de Cris Poli não terá gravações neste ano. O SBT não desistiu do programa. Quer apenas descansar o formato em 2011. Mas a área comercial pressiona a de programação para que mantenha o reality show no ar, mesmo em reprise, porque vende.
SBT altera a grade de domingo para frear a audiência do "Programa do Gugu"
De acordo com informações do jornalista e apresentador Nelson Rubens, o SBT montou uma estratégia para tentar barrar a audiência do “Programa do Gugu”. Na nova grade Eliana entrará às 11h e o “Domingo Legal”, ao vivo, às 15h.
O "Domingo Legal" confrontará durante um hora o "Tudo é Possível", e a partir das 16h Gugu tentará superar a audiência do seu antigo programa. O SBT exibirá ainda pela manhã as reprises da “Escolinha do Golias” e “Meu Cunhado”.
Grade prevista para março ou abril:
09h00 - Roda a Roda
09h45 - Escolinha do Golias
10h15 - Meu Cunhado
11h00 - Eliana
15h00 - Domingo Legal
19h00 - Programa Silvio Santos
23h00 - Conexão Repórter
09h45 - Escolinha do Golias
10h15 - Meu Cunhado
11h00 - Eliana
15h00 - Domingo Legal
19h00 - Programa Silvio Santos
23h00 - Conexão Repórter
De acordo com Nelson Rubens, o “De Frente com Gabi” irá para as madrugadas de quarta-feira às 00h. Dentre as novidades: Helen Ganzarolli ganhará um programa aos sábados meia-noite, Christina Rocha terá uma atração nas manhãs da emissora nos moldes do "Aqui Agora", Regina Volpato e Ellen Jabour comandarão o "Tarde Espetacular" para bater de frente com a Sônia Abrão e o "Super Nanny" será transferido para sábado antes do "Programa Raul Gil".
Questionado por Nelson no twitter, Leon Abravanel, diretor do SBT e sobrinho de Silvio, disse que as informações são "100% bobagem". Resta aguardar.
SBT é vice-líder por mais de 6 horas consecutivas nesta segunda (21)
O SBT foi vice-líder das 8h43 às 15h03 nesta segunda-feira, dia 21 de fevereiro, com os programas "Bom Dia & Cia" (7 de média), "Chapolin" (8), "Chaves" (8), "Arnold" (8) e "Pérola Negra" (7). No mesmo horário, a Globo marcou 8, 13, 14, 11 e 12 pontos de média, enquanto a Record obteve 6, 8, 7, 8 e 6 pontos, respectivamente.
Números - Fonte: Ibope / MW – Praça: São Paulo.
Números - Fonte: Ibope / MW – Praça: São Paulo.
Confira a entrevista de Tiago Santiago a Folha sobre 'Amor e Revolução'
O período da ditadura militar será, pela primeira vez, o pano de fundo de uma novela no Brasil. "Amor e Revolução" estreia no dia 4 de abril no SBT com a responsabilidade de tentar conquistar o público sem desagradar quem viveu a época.
Escrita por Tiago Santiago, 47, a trama conta uma história "à la Romeu e Julieta", só que nos anos de chumbo. A mocinha, estudante e engajada, vai se apaixonar por um militar, filho de um general.
Para dar veracidade à trama, pessoas que viveram "histórias fortes" no período, incluindo a presidente Dilma Rousseff, foram convidadas a falar de suas experiências em depoimentos que irão ao ar no final de cada capítulo.
Consultada, a assessoria de imprensa da Presidência afirmou que a participação "não está nos planos dela".
Veja a entrevista com o autor.
Folha - Uma das pessoas que você gostaria que participasse da novela é a presidente Dilma Rousseff. Já recebeu algum retorno?
Tiago Santiago - Nós convidamos. A notícia que eu tive é que ela vê com simpatia o convite. Eu tenho a impressão de que ela tem uma responsabilidade muito grande como presidente e quer ver o produto antes de se comprometer definitivamente. Agora, o José Dirceu vai dar o depoimento dele e várias companheiras da Dilma que ficaram presas com ela. Espero que ela grave um depoimento até o fim da trama.
Comenta-se que há uma personagem que é inspirada na Dilma...
Isso não é verdade. Não existe nenhum personagem inspirado especificamente em uma pessoa real. Tem gente que diz que a Maria [personagem de Graziella Schmitt] é a Dilma. Não é. A Dilma não se apaixonou por um militar. Então, a Dilma é a Jandira [personagem de Lúcia Veríssimo], que gostava de um outro guerrilheiro? Sim, tem mais semelhanças com a Jandira. Agora, assim como a Dilma, várias outras mulheres seguiram esse caminho. Qualquer pessoa que tenha ido para a luta armada vai se identificar com um trecho ou com outro. Nem estudei a vida da Dilma a esse ponto. Qualquer semelhança será mera coincidência.
Muitas das pessoas que viveram no período, tanto repressores quanto reprimidos, ainda estão vivas. Você sofreu pressão de algum dos lados?
Eu tenho conhecido muitas pessoas que na época foram para a luta armada. Sinto que existe uma vontade muito grande de quem lutou de ver a coisa bem retratada. Essas pessoas não têm medo de falar. Às vezes, é difícil, quando é uma lembrança muito sofrida. Por exemplo, relembrar uma tortura. Já do outro lado, eu encontro silêncio. Existe a vontade de entrevistar essas pessoas também, mas ainda não conseguimos. De qualquer forma, o discurso dos torturadores, de quem achava que estava salvando o Brasil de uma ditadura do proletariado, também vai estar presente, como estava na época.
Você ou alguém da sua família chegou a militar contra a ditadura?
Eu sou de uma família de classe média que não gostava de viver numa ditadura. Nasci um ano antes do golpe, então eu vivi a minha infância na época dos generais. Ninguém da minha família chegou a ir para a guerrilha. Eu tenho um tio que é militar, mas que eu acredito que não teve nenhum envolvimento com a repressão. Meu irmão Gerardo, muito novo ainda, chegou a ir para a Libelu [Liberdade e Luta], que foi criada depois da queda de várias organizações que pregavam a luta armada. Eu lembro que, com 13 ou 14 anos, ele me levou para uma ou duas reuniões.
Por que você resolveu falar sobre esse período?
Muitas das pessoas que viveram no período, tanto repressores quanto reprimidos, ainda estão vivas. Você sofreu pressão de algum dos lados?
Eu tenho conhecido muitas pessoas que na época foram para a luta armada. Sinto que existe uma vontade muito grande de quem lutou de ver a coisa bem retratada. Essas pessoas não têm medo de falar. Às vezes, é difícil, quando é uma lembrança muito sofrida. Por exemplo, relembrar uma tortura. Já do outro lado, eu encontro silêncio. Existe a vontade de entrevistar essas pessoas também, mas ainda não conseguimos. De qualquer forma, o discurso dos torturadores, de quem achava que estava salvando o Brasil de uma ditadura do proletariado, também vai estar presente, como estava na época.
Você ou alguém da sua família chegou a militar contra a ditadura?
Eu sou de uma família de classe média que não gostava de viver numa ditadura. Nasci um ano antes do golpe, então eu vivi a minha infância na época dos generais. Ninguém da minha família chegou a ir para a guerrilha. Eu tenho um tio que é militar, mas que eu acredito que não teve nenhum envolvimento com a repressão. Meu irmão Gerardo, muito novo ainda, chegou a ir para a Libelu [Liberdade e Luta], que foi criada depois da queda de várias organizações que pregavam a luta armada. Eu lembro que, com 13 ou 14 anos, ele me levou para uma ou duas reuniões.
Por que você resolveu falar sobre esse período?
É um período em que houve muitas injustiças e muitas perseguições. Esse é um material de muita riqueza para a teledramaturgia. Ao mesmo tempo, a televisão tinha feito pouca coisa com o tema. Essa história já vem de quando eu era colaborador na Globo. Eu tinha apresentado o tema, não exatamente com a mesma sinopse [a Globo confirmou ter recebido a história]. Na época eu não conseguia emplacar novela. Eu sempre competia com gente que tinha feito 30 novelas, e eu não tinha feito nenhuma.
E como o tema vai aparecer na novela?
E como o tema vai aparecer na novela?
São todos ficcionais os personagens, mas são simbólicos. Assim como a Maria, houve muitos estudantes que foram para a guerrilha. O torturador é um torturador ficcional que eu estou criando, o delegado Aranha, mas ele corresponde a diversos torturadores reais que houve no Brasil.
A sua última novela original era de ação e tratava de mutantes. Como ocorreu essa mudança tão radical de temática?
Como eu tenho feito uma novela por ano desde 2004, o que eu tenho feito é diversificar o gênero para não correr o risco de me repetir. Depois de "A Escrava Isaura", que era de época, eu fiz "Prova de Amor", que era contemporânea. A seguinte foi uma novela de realismo fantástico, que foi "Mutantes". Seguindo esse raciocínio, agora era a vez de uma novela de época de novo para não correr o risco de falarem que lá vem outra novela cheia de fantasia e efeitos especiais. Estamos com quase 24 capítulos gravados e escrevendo o capítulo 33.
Por que você escolheu fazer uma adaptação na sua primeira novela no SBT?
Eu vinha exausto de 600 capítulos seguidos, corridos, de "Mutantes", divididos em três fases, mas numa estirada só, sem interrupção nenhuma entre elas. Eu estava bem no bagaço e o Silvio Santos me contratou para escrever uma novela por ano. Eu tinha que estrear uma novela em março de 2010. Eu sabia que ele tinha comprado os direitos do Vicente Sesso de "Uma Rosa com Amor", o Vicente Sesso autorizou a minha adaptação, e nós fizemos. Foi um período bom porque foi um mergulho na dramaturgia dele. Era uma comédia romântica deliciosa, leve, despretensiosa, teve uma audiência sempre crescente que alcançou os dois dígitos, então cumpriu o seu papel de ser uma primeira novela no SBT. Neste segundo momento, já tive tempo para me refazer, para pensar, para pesquisar, para poder propor essa novela original, para vir com gás, com fôlego de novo.
É mais gostoso quando a trama foi criada por você?
Foi delicioso trabalhar com o universo do Vicente Sesso, mas são realmente emoções diferentes. Ali, eu estava a serviço da dramaturgia dele, para contar a história nos dias de hoje. Agora, quando é uma história original sua você, sempre tem a responsabilidade de conduzir a história sozinho com as suas próprias pernas. Dá mais trabalho, mas tem também um prazer adicional.
Tem diferença entre fazer essa novela no SBT ou nas outras emissoras pelas quais você passou?
Sinceramente, com o Reynaldo Boury, eu me sinto como se estivesse na Globo. Temos estúdios ótimos, estou com um diretor que fez um monte de sucessos na TV Globo, um campeão de audiência, grandes atores, há muito tempo eu não tinha um elenco tão bom e eu tive uma facilidade muito grande de escalar. Estou muito afinado com o Boury. Eu sinto que eu tenho condições excelentes agora de fazer uma grande novela, como faria se estivesse em uma outra emissora. Não vejo diferença nesse sentido. Tenho condições tão boas de produzir a novela quanto se estivesse na concorrência. Talvez até melhor porque em outras emissoras talvez haja até mais interferência sobre a arte do que eu tenho sentido no SBT.
Foi noticiado que o orçamento da novela foi cortado por causa da crise no grupo Silvio Santos e que, por isso, foram cortadas gravações que ocorreriam em Cuba...
Não havia o plano de ir a Cuba. Não teve nada a ver com o [banco] Panamericano. O orçamento da novela é o mesmo, independente do que aconteceu com o banco. As pessoas criam muitas lendas. Não houve nenhum decréscimo de orçamento. Nós estamos fazendo uma novela que não precisa ir a Cuba. Alguns personagens da novela vão fazer treinamento de guerrilha lá, mas as cenas são grandes caminhadas pela mata. Eu não preciso ir a Cuba para produzir isso, eu posso fazer em um sítio no Brasil. Já era previsto dessa forma.
A novela não vai estrear pronta, como é costume no SBT, e houve uma mudança de direção na emissora. Foi um pedido seu?
Tem diferença entre fazer essa novela no SBT ou nas outras emissoras pelas quais você passou?
Sinceramente, com o Reynaldo Boury, eu me sinto como se estivesse na Globo. Temos estúdios ótimos, estou com um diretor que fez um monte de sucessos na TV Globo, um campeão de audiência, grandes atores, há muito tempo eu não tinha um elenco tão bom e eu tive uma facilidade muito grande de escalar. Estou muito afinado com o Boury. Eu sinto que eu tenho condições excelentes agora de fazer uma grande novela, como faria se estivesse em uma outra emissora. Não vejo diferença nesse sentido. Tenho condições tão boas de produzir a novela quanto se estivesse na concorrência. Talvez até melhor porque em outras emissoras talvez haja até mais interferência sobre a arte do que eu tenho sentido no SBT.
Foi noticiado que o orçamento da novela foi cortado por causa da crise no grupo Silvio Santos e que, por isso, foram cortadas gravações que ocorreriam em Cuba...
Não havia o plano de ir a Cuba. Não teve nada a ver com o [banco] Panamericano. O orçamento da novela é o mesmo, independente do que aconteceu com o banco. As pessoas criam muitas lendas. Não houve nenhum decréscimo de orçamento. Nós estamos fazendo uma novela que não precisa ir a Cuba. Alguns personagens da novela vão fazer treinamento de guerrilha lá, mas as cenas são grandes caminhadas pela mata. Eu não preciso ir a Cuba para produzir isso, eu posso fazer em um sítio no Brasil. Já era previsto dessa forma.
A novela não vai estrear pronta, como é costume no SBT, e houve uma mudança de direção na emissora. Foi um pedido seu?
É uma mudança no modo de fazer da emissora. Houve, sim, um diálogo com o Silvio Santos sobre esse assunto. Sobre a importância de a novela ser gravada ao mesmo tempo em que é exibida para poder reagir e interagir com a opinião do público, porque a gente tem a oportunidade de, se o público achar muito violenta, diminuir isso ao longo da exibição. Um casal deu muito certo, vamos aumentar. Esse tipo de coisa é muito positivo para o resultado e vamos ter essa oportunidade agora no SBT. A direção geral dessa novela é do Boury, o Del Rangel não tem nenhuma interferência sobre ela. Eles estão no mesmo nível, como diretores gerais de teledramaturgia. Hierarquicamente estão no mesmo nível. O Del cuida da novela da Íris, que não foi exibida ainda. Houve uma mudança de direção. É uma grande novidade. Estou muito feliz com os rumos que as coisas estão tomando. É muito importante ter essa fábrica de novelas em São Paulo.
A Record afirmou ter interesse em ter você de volta na emissora. Você aceitaria um convite para mudar de emissora?
A Record afirmou ter interesse em ter você de volta na emissora. Você aceitaria um convite para mudar de emissora?
A Record é um lugar aonde eu fiz a minha primeira novela como titular, fiz grandes sucessos, ajudei a montar o núcleo de teledramaturgia, ajudei a levar diretores, muitos autores, ajudei a intermediar e a propiciar essa ida deles, encontrei e garimpei talentos. Fiz todo um trabalho lá durante quase seis anos. Deixei muitos amigos. Mas eu tenho um compromisso para cumprir até 2013. Eu tenho três novelas para fazer. Além de "Amor e Revolução", tem uma novela em 2012 e outra em 2013. Esse compromisso eu vou cumprir o melhor que eu puder. Quero fazer o máximo de sucesso possível e imaginável porque é isso que vai me credenciar para qualquer discussão futura, seja com o SBT, que tem prioridade na minha renovação, é uma clausula do contrato. Se eu fizer muito sucesso, aí o Silvio Santos não vai querer me deixar sair. Vamos ver o que vai acontecer. Tem muito tempo até 2013. Vou estar fazendo 50 anos e até lá tenho tempo para analisar propostas. No momento, isso não está em discussão e eu nem poderia conversar sobre uma troca de emissora agora que eu vou estrear uma novela. Não está no momento em pauta para mim.
Já tem ideias para essas novelas que vão suceder "Amor e Revolução"?
Eu penso, mas muito à distância. Não tenho nada formatado ainda. Quando eu fizer isso, ainda tenho que ter uma aprovação do SBT. Isso também ainda nem entrou em pauta. Ainda não é o momento.
Sem um projeto definitivo para o jornalismo, SBT renova contratos do departamento sem prazo de validade ou multas elevadas
O departamento de jornalismo está no alvo dos executivos do SBT e deve apresentar em breve um projeto de reforma do “SBT Brasil”. A ideia é que o principal telejornal da emissora ganhe elementos capazes de atrair audiência e não derrube os índices do horário nobre. Algumas propostas (ainda embrionárias) já chegaram a Daniela Beyruti, que decidirá nas próximas semanas o que será feito no telejornal. A reforma não ficará restrita ao “SBT Brasil” e, por isso, contratos que estão em fase de renovação terão uma cláusula que não determina o prazo de validade do documento, facilitando o rompimento a qualquer momento. Repórteres, produtores, comentaristas e até diretores entram nesse tipo de contrato. Sem multas, sem datas e apenas com uma espécie de aviso prévio, esses documentos facilitam o departamento caso a reforma elimine produtos que estão no ar. Entretanto, sem um vínculo mais forte ou multa profissionais ficam mais livres para o assédio das concorrentes.
Esses contratos abertos se tornaram mais frequentes do que se possa imaginar nas redações de muitas emissoras de televisão.
Informações: José Armando Vanucci
Nova Programação do SBT chega em Abril e Maio
Por etapas
A nova programação do SBT vai estrear em dois tempos, para melhor ajustar as suas promoções. Em abril, Só a novela “Amor e Revolução”, do Tiago Santiago, substituindo “Ana Raio e Zé Trovão” na faixa das 10 da noite.
Depois, em maio, os demais produtos da linha de shows.
Flávio Ricco
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